Eu não caibo nesta vida
A vida não cabe em mim
A vida em mim não cabe
Não cabe em mim a vida
Na vida não caibo...
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Sem morfeu
Esta noite morfeu me abandonou. Sempre tivemos uma boa relação. A não ser em algumas épocas, quando a tensão e a ansiedade estão em demasia em meu corpo e em minha mente. Essa que não para nem um segundo...
Os olhos pesam, mas não fecham
A mente pensa e não descansa
Pensamentos que voam longe...
Será que meus olhos se fecharão e minha mente se silenciará após ouvir sua voz, todas as noites?
Os olhos pesam, mas não fecham
A mente pensa e não descansa
Pensamentos que voam longe...
Será que meus olhos se fecharão e minha mente se silenciará após ouvir sua voz, todas as noites?
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Afetos...
Às vezes a gente quer as pessoas perto da gente. Não importa se nos amam simplesmente. Queremos o contato diário, ouvir a voz, sentir o cheiro, rir, chorar, mas perto. Mesmo com todos os amores que nos são dados, algumas vezes nos sentimentos só, pela ausência do contato. Um beijo no rosto. Um "como eu te adoro". E não falo de amor, relacionamentos. Falo de amores fraternais, familiares, afetuosos. A tecnologia, de certa forma, ajudou um pouco nessa aproximação, com seus microfones e suas câmeras. Pelo menos é possível ver e ouvir. Mas não tocar. E o toque é o mais importante dos contatos.
Sinto saudade de amigos queridos, momentos, situações. Sinto saudade da alegria de outrora. Mesmo que momentânea. Das tardes de vinho e música falando sobre a vida, suas belezas e tristezas. Seus sorrisos e suas lágrimas. O importante sempre é o momento, o encontro.
Afetos...
Sinto saudade de amigos queridos, momentos, situações. Sinto saudade da alegria de outrora. Mesmo que momentânea. Das tardes de vinho e música falando sobre a vida, suas belezas e tristezas. Seus sorrisos e suas lágrimas. O importante sempre é o momento, o encontro.
Afetos...
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Vida
E por falar em vida, ela me consome a cada dia. Não que eu reclame. Acho até bom. É a sede de viver que me leva a angústia, a melancolia, ao aperto no coração. É a sede de viver que me move. Que move meus sonhos. É pela vida que vivo. E pela vida que sigo...
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Preciso
"Vai doer, vou sofrer, vou beber, vou me acabar, vou incomodar meus amigos, vou passar noites em claro, mas preciso te deixar. Preciso conseguir arrancar os pedaços que você deixou em mim"- Clarissa Corrêa.
E não importa o que aconteça...
E não importa o que aconteça...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Mesmo que o tempo passe
Mesmo que a ferida seque
Sei que o que aconteceu não foi em vão
Sentimentos não morrem de um dia pro outro
Pessoas não passam em nossa vida sem deixar marcas
Amores...esses não devem ser sofridos, nunca....
E, Apesar das certezas
Apesar dos sentidos
Apesar dos olhares
Sei que o melhor foi feito
E que a vida se encarrega de mostrar o que realmente vale a pena...(e se valeu a pena)
Mesmo que a ferida seque
Sei que o que aconteceu não foi em vão
Sentimentos não morrem de um dia pro outro
Pessoas não passam em nossa vida sem deixar marcas
Amores...esses não devem ser sofridos, nunca....
E, Apesar das certezas
Apesar dos sentidos
Apesar dos olhares
Sei que o melhor foi feito
E que a vida se encarrega de mostrar o que realmente vale a pena...(e se valeu a pena)
terça-feira, 31 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Com a vida a gente aprende que o fim pode ser o começo. O começo de uma nova vida, novo trabalho, novo lar, novo amor. O começo. Não há um fim eterno, nem a morte. Não que seja de meu conhecimento. Este, até o momento, é o único motivo que leva o ser humano a acreditar na vida. O fato de poder parar e recomeçar. Sempre! Mudanças são difíceis e, muitas vezes dolorosas, mas nada que o tempo não ajude. E se tiver paixão para a caminhada na nova estrada, melhor ainda. Seguir o fluxo ou simplesmente aceitar o que nos é entregue é exemplo de covardia para com a vida. Ela exige mais.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Reencontro com Bacco
Às vezes é estranho ver o rumo que a vida toma num determinado momento. Quando nada tem mais sentido e tudo perdeu o valor, eis que surge alguém que te ajuda a pensar com mais calma e pé no chão. O que não significa esquecer dos problemas. E, sim, tentar solucioná-los de forma mais concreta, sem drama ou pânico. A vida, infelizmente, é traiçoeira com algumas pessoas. Por mais que tentemos entender, acho que nem no final de tudo conseguimos. E não tem modelo. Não tem regra. É a vida de cada um. E é como tem que ser...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Ameniza. Curar, jamais
Hoje alguém soltou a seguinte frase: "o tempo cura tudo. ou não". Respondi o que respondo a todos que costumam afirmar uma coisa ou outro dessa natureza, ou me perguntam sobre. "Ameniza. Mas curar, jamais". Não é uma verdade única. É uma verdade pessoal. Cada um tem a sua, baseado no que vive ou viveu. É história de vida. Apenas isso. Enfim.
E, por conscidência, destino, ou seja lá a definição dessas coisas, mais uma vez recebi o trailler do filme de Ana Paula Arósio, Como Esquecer, o que caiu melhor que uma luva sobre tudo isso que falo. O longa relata a dor do abandono. Dor da perda. De algo que não se terá mais. E como viver (ou sobreviver) depois disso? Algumas vezes não é apenas a falta da pessoa, mas de um momento da vida em que tudo era quase perfeito, encaixava. De repente desmorona na sua cabeça, sem você saber como.
Sinto que terei a mesma sensação de quando assisti Direito de Amar. É isso.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Risco
Se o simples fato de viver é um risco, porque temos tanto medo de arriscar na vida? Parece contraditório né?! Mas é! E é assim que muitas pessoas vivem. Esquecem que coisas banais, com andar na rua, já são um risco. Respirar é um risco, visto que o ar não é tão puro há alguns anos e o mesmo se dá com a água e com várias outras coisas do cotidiano. Então, porque temos medo de arrisca algumas coisas e outras não? Existem situações em que corremos risco, mas não paramos para pensar nisso, porque são automáticas. Por que não deixar que outras coisas também aconteçam automaticamente? Trocar de emprego, por exemplo. Sair da cidade de origem e tentar a vida em outro lugar. Viver um grande amor. Sei lá. Parece que algumas coisas nos afetam mais do que outras caso dêem errado. Essa é a impressão. E como viver assim? No final de tudo, viver é andar no escuro. Cada passo que damos, para sentir o chão firme novamente, é uma luta constante para nos certificarmos de que a terra será segura quando o pé encostar. E mesmo assim andamos. Ou não? Então quem não arrisca está parado? Com medo de dar o passo no escuro? Ou espera que acendam as luzes? Sim. Acho que sim. Porque com certeza tudo seria muito mais fácil. Mas o que fazer? Esperar sentado tudo isso ou ter a coragem de andar mesmo sem saber onde vai dar? Ou melhor: esperar que no escuro surja uma mão que irá segurá-lo e o levará ao caminho certo. Bengala. É isso que se chama. A bengala simboliza a falsa segurança. Ela pode aparecer sim e a qualquer momento, para que alguém se apoie nela. Mas esquecem que essa também é um risco. Pois dependendo do peso que se joga, ela pode quebrar a qualquer momento. Ou derrapar pelo meio do caminho.
*imagem - kurt halsey frederiksen
*imagem - kurt halsey frederiksen
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Onde??
Onde nos perdemos? Questionamos a personalidade masculina, suas ações e a forma como nos tratavam perante a sociedade. E onde chegamos? Não consigo ver. Não há novidades nesse caminho. Penso que, ao invés de procurarmos direitos no sentido de direitos humanos, procuramos todo esse tempo, direitos iguais. E iguais a quem? Aos homens. Porque é nossa única referência enquanto sujeito, ser humano. E aí que está o erro. Nós, mulheres, temos que ter direitos sim. Direitos como qualquer outro. Mas o que acontece, que tenho percebido, é que nessa onda dos direitos iguais (aos dos homens, porque é isso mesmo) as mulheres se perderam, copiando as mesmas atitudes. Se tratando de atitudes positivas, ok! Mas se podemos pegar o melhor das pessoas, por que pegarmos o pior? Mulheres agindo da mesma forma mal caráter que julgávamos ser atitude de homens, que são "cafagestes". Minha peregrinação por essa vida de loucura, mundana, me apresentou várias coisas. Inclusive que não existe caráter masculino ou feminino. São pessoas. E é estranho. Por que as mulheres falam mal dos homens, criticam, e continuam com eles? Ou são mazoquistas ou exageram no que falam ou eles não são tudo isso. Não na forma generalizada. Porque alguns sim amam, fazem bem ao outro, têm bom coração...como há mulheres terrivelmente perversas. E disso sim...disso eu tenho provas!
*imagem - kurt halsey frederiksen
*imagem - kurt halsey frederiksen
terça-feira, 15 de junho de 2010
O que nos resta?
O que anda acontecendo com as pessoas? Olho para os lados e vejo poucos os que se realizam. Ouço gritos de desespero, medo e sofrimento. Uma vida que parece não começar nunca. Mas ainda? Como? Quando é que a vida realmente começa então? Não é quando abrimos os olhos e vimos uma luz depois de nove meses na escuridão? Percebo que não! É como se todos simplesmente fossem expelidos e pronto! Nada mais acontece. Tudo é mecânico. Aprender a andar, falar, ler. E os sonhos? Quando aparecem em nossa mente? É aí...o grande dilema começa aí: com os sonhos. Quando começamos a sonhar é como se surgisse um "que" de sentido e pra lá nós vamos. Mas nem sempre dá certo. Nem sempre dá errado. Tudo depende, sempre. Se somos movidos a sonhos, o que acontece se eles não se realizarem? Sofre. Até quando? Não sei...Talvez até o momento em que sonhamos outra coisa. E assim vai. Então a vida é um amontoado de sonhos a serem conquistados e ressonhados? Pode ser que sim...Pode ser que não. E se não sonhamos? O que nos resta?*imagem - kurt halsey frederiksen
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Será?
Acompanho bastante a coluna do jornalista Luiz Caversan no site da Folha de São Paulo. Textos tocantes e reais. De problemas, sentimentos e emoções que podem ser encontrados em cada esquina, em cada indivíduo. O texto da última postagem da coluna de Caversan parecia escrita para mim e todos os cidadãos que fazem a mesma pergunta neste mundo: "É impossível ser feliz sozinho?". Então aproveitem:
Por que tanto medo?
Você nasceu sozinho e sozinho baixará à sepultura, não tem jeito...
Por que tanta aflição?
Aquela história de que é impossível ser feliz sozinho foi criada apenas para solucionar o verso daquele cantor, como é mesmo o nome dele?
Está triste? Passa. Até uva passa...
Dói? Dói muito, a dor que deveras sente, porque dor de coração dói na alma, no braço, no calcanhar, no queixo, dói tudo e mais um pouco, porque a dor da alma de verdade é aquela que você cultivou para ser a não-dor, para ser o não-fim, para ser a lindeza de um amor tranquilo, e quando desaba, sai debaixo...
Mas por que tanto desespero?
O vazio do peito cresce e abarca, entope de tanta ausência?
Fazer o quê, meu caro, se o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou, não é?
Não?
Tem dúvidas?
E qual o amor que não resta dúvidas, qual o fim que deixa certezas, qual a vida que prescinde da morte e vice versa?
Olha, vai lá, sai pra rua, deixa pra trás essa poeira que, é bom que você saiba, nunca vai assentar, viu?
Levanta e anda, porque a paralisia só faz a dor doer ainda mais.
Corre, grita, arfa, xinga, morde e engole.
Pense em todas as besteiras que puder pensar, surte todos os surtos e suba e desça, encolha até virar uma fatia fininha de sentimento algum.
Porque a dor que deveras sente é a pior, meu amigo, a que mais dói.
A dor de quem fica enquanto o outro vai.
Ou dor de quem vai enquanto o outro fica.
Tanto faz.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Não sei mais por onde andar
Todos os caminhos me levam ao mesmo lugar
Lugar onde não há mais sentido
Onde tudo se foi, acabou
Na ausência de um sorriso
Uma palavra, um abraço
Nada existe mais
Por onde se perdeu?
Se um dia foi verdade, ou será foi sonho?
Sem sentido, sem motivo
Apenas sonho
A realidade bate a porta, mas esta não se abre
E não quer se abrir...sonho
sábado, 27 de março de 2010
Lamúrias de um amor pré-concebido 2
Discussões
Palavras ditas ao vento
Olhares diretos
Abraços gelados
Calmaria
Carinho
Amor
No silêncio que domina minha alma
Minha mente, meu pensamento
No silêncio que me obriga a aceitar
Com a falta e saudade que vem junto dele
Uma ausência dolorosa, sofrida
Saudade que corrói por dentro do corpo
Como se cada parte se esticasse
Dilacerando, corroendo
Sentindo cada nervo se romper
Sangrar, gritar
E onde está?
Silêncio
Lamúrias de um amor pré-concebido
Sempre digo que Paulinho Moska sabe das coisas. Das coisas da vida, do amor, do sentimento, da emoção. Como é difícil compreender as várias formas de amar e de se querer bem. Um carinho, um abraço, um beijo...Cada gesto desperta uma emoção, uma vontade. De querer...de querer sentir e tentar.
Não se pode obrigar algo a acontecer. É preciso deixar fluir, de acordo com o que tem que ser, ou com o caminho que acha que tem que seguir.
Quando se tem o amor dentro do corpo, não físico, mas o emocional, algo que transcende qualquer forma de explicação, não há nada a temer, nem a fazer. Apenas se entregar a esse sentimento sem culpa, sem receio, sem amarras...
É querer ficar junto, parar o tempo, anestesiar as dores...consumir o outro como uma matéria única e infinita na sua plenitude. No seu peso, odor, sabor.
Quando se tem o amor dentro do corpo, não físico, mas o emocional, algo que transcende qualquer forma de explicação, não há nada a temer, nem a fazer. Apenas se entregar a esse sentimento sem culpa, sem receio, sem amarras...
É querer ficar junto, parar o tempo, anestesiar as dores...consumir o outro como uma matéria única e infinita na sua plenitude. No seu peso, odor, sabor.
Amor
quarta-feira, 24 de março de 2010
Fragmentos de um pensamento sem raciocínio lógico
Grande questionamento atual...como é fácil julgar a vida do outro ouvindo uma história ou outra. Vendo e ouvindo histórias de situações atuais, esquecem que existe toda uma vida. Momentos, tristes ou felizes, dores, amores, prazeres...
É viver...
Nada é único, singular. Tudo é uma mistura de experiências que nos tornam o que somos. Porque somos o que vivemos. E assim é e sempre foi.
Dor não se julga. Problemas não se pesam. O que existe é a força que cada um tem para sustentar um tanto. É a singularidade de sermos o que somos. E de não termos que dar explicação sobre isso.
E de agirmos e reagirmos de acordo com nossa própria consciência e nosso sentimento.
É viver...
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